Supervisão alimentar da merenda escolar é informatizada

A equipe da Gerência de Alimentação Escolar e Assistência Nutricional, da Secretaria Municipal Adjunta de Segurança Alimentar e Nutricional (Smasan), formada por supervisores e coordenadores da merenda escolar estão utilizando, desde dezembro de 2012, dispositivos móveis (smartphones) em seu trabalho diário. Utilizando o Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) desenvolvido em parceria com a Prodabel e a Secretaria Municipal Adjunta de Fiscalização (Smafis), o projeto tem facilitado o gerenciamento das atividades com informações em tempo real e melhorando a comunicação entre supervisores, coordenadores e gerência.

Segundo a gerente de Alimentação Escolar e Assistência Nutricional, Adriana Versiani, os smartphones foram um grande avanço e as respostas, mesmo com pouco tempo de operação, já são muito positivas. “A ideia surgiu a partir da necessidade de modernização, padronização e aumento da agilidade no fluxo de informações do serviço de supervisão alimentar”, comentou.

Segundo o secretário municipal adjunto de Segurança Alimentar e Nutricional, Flávio Dufles, o sistema irá padronizar a linha de atuação fazendo com que o acesso aos dados seja rápido e que estes sejam confiáveis. “Poderemos comparar se hoje o sistema de segurança alimentar e nutricional está melhor ou pior do que no passado e teremos esses dados armazenados ao longo do tempo. Isso é o que temos mais dificuldade hoje em dia. Vamos conseguir avaliar todas essas informações armazenadas, sua evolução e criar ações de melhorias”, completou.

Posted in Noticias | Comentários Desligados

Cartilha detalha dados sobre a construção correta de passeios em BH

Para informar o cidadão quanto à forma adequada de se construir calçadas em Belo Horizonte, a Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal Adjunta de Regulação Urbana (Smaru), preparou a cartilha “Construção e Manutenção de Passeios”, disponível no formato digital no site da secretaria,www.pbh.gov.br/regulacaourbana, no ícone “Publicações”. O material reúne regras para rebaixamento de meio-fio, como e em que situações devem ser feitos os degraus, formas de garantir a acessibilidade e instalação de mobiliário urbano, entre outras explicações.

A Prefeitura também disponibiliza, para atendimento presencial relacionado ao tema, o Plantão Técnico da Regulação Urbana, que funciona no BH Resolve (avenida Santos Dumont, 363, Centro, 3º andar), das 8h30 às 12h. Existe, ainda, o atendimento online via bate-papo, que pode ser acessado por meio do Portal de Informações e Serviços (http://portaldeservicos.pbh.gov.br). Basta digitar no campo de busca o termo “plantão técnico” e, ao abrir a opção, se dirigir a “onde solicitar” e clicar em “chat plantão técnico”.

De acordo com o Código de Posturas (Lei 8.616/2003), cabe ao proprietário do imóvel construir, manter e conservar o passeio em bom estado. A calçada é obrigatória em todas as vias pavimentadas da cidade e deve seguir as normas previstas na legislação. Daí a importância de consultar os materiais informativos de apoio disponíveis.

Padronização

Em linhas gerais, a legislação municipal prevê que os passeios devem ter obrigatoriamente uma faixa reservada a trânsito de pedestres e, sempre que possível, uma faixa destinada a mobiliário urbano. Precisam ser revestidos de material antiderrapante, resistente e capaz de garantir a formação de uma superfície contínua, sem ressalto ou depressão, sendo proibido o uso de pedra polida, marmorite, pastilhas, cerâmica lisa e cimento liso. É exigido seguir o padrão do revestimento do passeio na cidade, o que também pode ser consultada também na página da Smaru (www.pbh.gov.br/regulacaourbana), no link “padronização de calçadas”.

As diretrizes de acessibilidade no município, a exemplo do piso tátil e rampas, seguem a norma da ABNT, NBR 9050/2004. A sinalização tátil em alto relevo deve ser direcional (piso de listras), indicando a direção do caminhamento, e de alerta (piso de bolinha), mostrando a existência de obstáculos. Já as rampas para travessia precisam ser conjugadas com as faixas de pedestre ou em esquinas, de forma a possibilitar a travessia segura. Obstáculos físicos são proibidos nos passeios. Postes, lixeiras e demais mobiliários urbanos devem ocupar a faixa reservada para sua instalação, mantendo livre o trânsito de pedestres.

As edificações novas devem contemplar no projeto arquitetônico da obra a construção do passeio seguindo as regras de construção, padronização e acessibilidade, sob pena de não receber a Certidão de Baixa ao final da obra se descumprir as diretrizes. Para os imóveis antigos, que precisam reconstituir o passeio devido a problemas na conservação, também é exigido o atendimento às normas, porém são dispensados de apresentar projeto do passeio na Regulação Urbana.

Fiscalização

A Prefeitura realiza ações fiscais rotineiras para verificar a situação dos passeios na cidade. Em 2012 foram realizadas 12.789 vistorias, emitidas 6.513 notificações referentes a passeios mal conservados e lavradas 1.117 multas. No primeiro trimestre deste ano, foram 3.501 vistorias, 1.219 notificações e 392 multas.
Dependendo do tipo de irregularidade do passeio, a notificação para correção tem prazo que varia de 30 a 60 dias. O descumprimento gera multa mínima no valor de R$ 476,98.

Onde denunciar as irregularidades
• Telefone 156
• BH Resolve (avenida Santos Dumont, 363, Centro)
• SAC WEB disponível no portaldeservicos.pbh.gov.br.

BH Metas e Resultados

Conscientizar o cidadão quanto à sua responsabilidade de manter os passeios bem cuidados está entre as ações do plano de governo BH Metas e Resultados, por meio do programa Minha Calçada: Eu cuido, Eu curto. A proposta já está inserida no projeto Amar BH – Ação Integrada nas Grandes Avenidas, que tem como objetivo a acessibilidade e a qualidade ambiental na cidade. Mais informações sobre o projeto podem ser obtidas no www.pbh.gov.br/amarbh.

Posted in Noticias | Comentários Desligados

Fenômeno raro é registrado pela primeira vez junto à aurora boreal

Um raro fenômeno elétrico conhecido como Sprite Vermelho foi registrado pela primeira vez junto a uma intensa tempestade geomagnética que produzia auroras boreais no meio-oeste americano. Esta é a primeira vez que os dois fenômenos são registrados juntos. 
Sprite Vermelho e aurora Boreal
Clique para ampliar
Os sprites são descargas elétricas azuladas ou avermelhadas de alta intensidade que ocorrem acima das nuvens de tempestade e que dão origem a uma gama bastante variada de formas visuais brilhantes no céu noturno. Normalmente são disparadas por uma descarga positiva entre a base da nuvem de tempestade e o solo.

Imagens capturadas com câmera de alta velocidade, capazes de registrar mais de 40 mil frames por segundo, revelaram que os sprites são formados na realidade por grupos de bolas de bolas de gás ionizado com tamanho variado entre 10 e 100 metros de diâmetro, lançadas de uma altitude superior a 80 km a uma velocidade que pode chegar a 10% da velocidade da luz.

Estudos também revelaram que essas bolas também podem se deslocar horizontalmente por mais de 50 km desde o ponto de origem, cobrindo essa distância em menos de 100 milissegundos.

 


Clique para ampliar
Apesar dos sprites serem conhecidos desde o início do século 20, cientistas atmosféricos só confirmaram sua existência após 1989, quando o fenômeno foi fotografado algumas vezes por câmeras a bordo dos ônibus espaciais. Hoje em dia, devido à grande quantidade de câmeras de alta sensibilidade e velocidade e no maior interesse em sua observação, o registro dos sprites tem ocorrido com maior frequência.

No entanto, a imagem feita no estado americano de Dakota do Sul revela que os sprites também podem acontecer em condições atmosféricas menos turbulentas. Na cena, um típico Sprite Vermelho foi registrado sob um céu bastante céu estrelado e repleto de partículas carregadas que produziam auroras boreais, muito longe de uma tempestade vista no horizonte da imagem.
Foto: No topo, Sprite Vermelho é registrado pela primeira vez junto à aurora boreal, acima de Dakota do Sul. Acima, série de sprites registrado em 2009 e capturados a 7200 frames por segundo. Créditos: Walter Lyons (FMA Research), Steve Cummer, Duke University/NFS, Apolo11.com.

Posted in Noticias | Comentários Desligados

Prefeitura apresenta proposta de reajuste integral para servidores já em 2013

Após mais uma rodada de negociações com as entidades sindicais, a Prefeitura de Belo Horizonte apresentou uma nova proposta de reajuste para os servidores municipais. Esta foi a quinta proposta apresentada. Confira abaixo os itens da proposta finalizada pela prefeitura.

- Reajuste de 6,2% sobre o vencimento-base de todos os servidores da administração municipal, sendo 2% em outubro e 4,2% em novembro deste ano. Isso garante o pagamento integral do reajuste para os servidores ainda em 2013;

- Reajuste de 13,33% do vale-refeição a partir de dezembro. O vale-refeição passará de R$ 15,00 para R$ 17,00, o que representa um aumento de 250% em relação ao valor de 2008, que era de R$ 5,00;

- Abono de R$ 200,00 para cerca de 25 mil servidores com pagamento em parcela única;

- Antecipação do reajuste para agosto deste ano caso a receita da Prefeitura (ROT) alcance R$ 5,281 bilhões, valor aprovado pela Câmara Municipal;

- Implantação do Plano de Carreira dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e dos Agentes de Combate a Endemias (ACE) a partir de julho deste ano;

- Pagamento mensal, a partir de novembro deste ano, do prêmio pró-família, no valor de R$ 275,00 para os Agentes Comunitários de Saúde e de R$ 183,00 para os Agentes de Combate a Endemias.

 Veja mais detalhes da proposta

Posted in Noticias | Comentários Desligados

Mais um asteroide de 2.5 km passará perto da Terra

Uma rocha de cerca de 2500 metros de comprimento está chamando a atenção de pesquisadores em todo o mundo. E não é para menos. O objeto passará a apenas 5 milhões de quilômetros da Terra, o que permitirá imagens altamente detalhadas de sua superfície.

 

Asteroide 1998 EQ2
Batizado de 1998 EQ2, a rocha foi descoberta em 19 de agosto de 1998 através de imagens obtidas por telescópios do projeto LINEAR de pesquisas de asteroides próximos à Terra.

A aproximação do dia 31 de maio está prevista para 17h59 BRT e será a maior aproximação da Terra deste asteroide nos próximos 200 anos. Estima-se que o brilho de 1998 EQ2 atingirá a magnitude 10, permitindo que observadores com telescópios de médio porte possam vê-lo.

 

QE2 não representa qualquer risco de colisão contra a Terra (passará 15 vezes mais distante que a Lua), mas seu grande porte o faz um alvo superinteressante para ser estudado através de imagens de radar.

Para isso, um grupo de astrônomos usará o gigantesco radiotelescópio de Goldstone, de 70 metros de diâmetro pertencente à Rede do Espaço Profundo, além do radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico. Imagens feitas com esses radiotelescópios permitirão “resolver” detalhes menores que 3.75 metros na superfície do asteroide.


Artes: No topo, imagem registrada pelos astrônomos Ernesto Guido e N. Howes mostra o asteroide 1998 EQ2. Acima, vídeo mostra o deslocamento do objeto. Créditos: Apolo11.com.

Posted in Noticias | Comentários Desligados

FIQUE POR DENTRO SOBRE OS TRANSGÊNICOS

Quais os problemas que podem ocorrer com o uso dos transgênicos

  1. Os transgênicos representam aumento de riscos para a pele dos consumidores
  2. As multinacionais querem negar o direito dos consumidores à informação
  3. Não há regulamentos técnicos para a seguranção no uso dos produtos transgênicos
  4. Os transgênicos tendem a provocar a perda da diversidade genética na agricultura
  5. A erosão genética ameaça o futuro da agricultura
  6. Os transgênicos tornam a agricultura mais arriscada
  7. Os transgênicos podem provocar a poluição genética
  8. Os transgênicos podem provocar o surgimento de superpragas
  9. Os transgênicos podem provocar o surgimento de superpragas
  10. Os trangênicos podem afetar a vida microbiana no solo
  11. Os impactos dos transgênicos na natureza são irreversíveis
  12. Os transgênicos podem provocar queda na produção e/ou aumenta de seus custos
  13. Niguém quer assumir a responsabilidade pelos riscos dos trangênicos
  14. Umas poucas multinacionais monopolizariam a produção de sementes tornando-nos depedentes de seus interesses
  15. As variedades transgênicas não são mais produtivas do que as convencionais ou muitas das tradicionais
  16. Os transgênicos podem aumentar o desemprego e a exclusão social no Brasil
  17. Os transgênicos representam um risco para a segurança alimentar dos brasileiros
  18. No Brasil não existe conhecimento científico sobre os impactos do uso de transgênicos no meio ambiente e na saúde
  19. Existem outras alternativas mais eficientes do que os transgênicos e sem os riscos que estes implicam

1- Os transgênicos representam aumento de riscos para a pele dos consumidores

Alimentos transgênicos contendo genes que conferem resistência a antibióticos podem provocar a transferência desta característica para bactérias existentes no organismo humano, tornando-as uma ameaça sem precedentes à saúde pública. Cobaias alimentadas com transgênicos têm apresentado alterações em seu sistema imunológico e em vários órgãos vitais. Alergias alimentares podem aparecer como decorrência da introdução de genes estranhos nos alimentos que passam a apresentar novas proteínas, enquanto substâncias tóxicas existentes em quantidades inofensivas nos alimentos podem ter sua ação potencializada. Outras substâncias benéficas, inclusive que protegem contra o câncer, podem ser diminuídas. Finalmente, há evidências científicas da ação cancerígena dos atuais níveis de resíduos de glifosato permitidos pela legislação americana e, mesmo assim, a multinacional Monsanto está pedindo que se multiplique por três o nível de resíduos permitido na soja transgênica resistente a este insumo.

Sobe

2- As multinacionais querem negar o direito dos consumidores à informação

Os consumidores não estão cientes dos riscos e não têm como se prevenir, mesmo se informados, pois é impossível se distinguir os produtos que contêm transgênicos dos outros se não houver a rotulagem. Apesar de o Código de Defesa do Consumidor exigir a informação plena ao consumidor, até o momento não foi elaborada a norma definidora da rotulagem dos transgênicos. Na hipótese de ser liberado algum produto transgênico sem a devida informação no rótulo, o direito dos consumidores de saberem e escolherem o que vão comer será violado. As empresas lutam contra esta exigência e pressionam o governo brasileiro que, por meio de alguns ministérios, tem hesitado em instituir um regulamento de rotulagem obrigatória e plena dos transgênicos, o que implica também em descumprimento da legislação brasileira.

Sobe

3- Não há regulamentos técnicos para a seguranção no uso dos produtos transgênicos

O Governo Federal não elaborou os regulamentos técnicos sobre a segurança para o consumidor e sobre a rotulagem dos produtos contendo transgênicos que permitam disciplinar a atuação das empresas e dos próprios órgãos de fiscalização. A falta de uma regulamentação adequada fará com que a fiscalização desses produtos seja falha, com prejuízos imprevisíveis à saúde do consumidor. A fiscalização rigorosa será problemática mesmo com uma regulamentação adequada devido a seus custos e a sua complexidade se o uso dos transgênicos se generalizar como confiam as multinacionais. Entretanto, a reivindicação de rotulagem atualmente é um freio importante contra a ofensiva das empresas na tentativa de colocar esses produtos no mercado.

Sobe

4- Os transgênicos tendem a provocar a perda da diversidade genética na agricultura

As empresas multinacionais produtoras de transgênicos necessitam de merca- dos imensos, em escala global, para recuperar os investimentos na produção de cada variedade. Isto faz com que umas poucas variedades transgênicas tendam a substituir tanto as variedades melhoradas por processos convencionais, quanto as variedades selecionadas pelos próprios agricultores, chamadas locais ou tradicionais.

Sobe

5- A erosão genética ameaça o futuro da agricultura

Ao longo de séculos os agricultores adaptaram variedades de espécies cultivadas às mais distintas condições ambientas e sociais. Registram-se milhares destas variedades tradicionais de milho, feijão, arroz etc. Com o melhoramento genético científico iniciado neste século começou a substituição destas variedades e multas se perderam, apesar de os cientistas procurarem guardá-las congeladas em bancos de germoplasma. Inclusive, para criar os transgênicos, os cientistas precisam desta ampla base genética que está se perdendo. Os transgênicos vêm acelerar esta erosão genética, estreitando as possibilidades de adaptação futura das plantas cultivadas às variações climáticas e à diversidade dos ecossistemas.

Sobe

6- Os transgênicos tornam a agricultura mais arriscada

O cultivo de transgênicos reforça a tendência à uniformidade genética na agricultura, com grandes monoculturas utilizando umas poucas variedades da mesma espécie. Estas variedades estão sendo selecionadas apenas em função de umas poucas características, como a resposta à adubação química no melhoramento convencional e a resistência a uma ou outra praga ou doença, ou ainda a herbicidas, no caso dos transgênicos, estreitando a variabilidade genética destas plantas, tão vital para sua adaptação e evolução no futuro. Isto torna estas culturas extremamente suscetíveis ao ataque de pragas e doenças com grandes riscos para a produção e levando a demandas cada vez maiores de controles com agrotóxicos perigosos para o meio ambiente e para a saúde.

Sobe

7- Os transgênicos podem provocar a poluição genética

Está demonstrada por pesquisas de universidades americanas a possibilidade de transferência espontânea, para plantas silvestres da mesma família, dos genes introduzidos numa variedade cultivada. Por exemplo, os genes introduzidos em espécies cultivadas para torná-las resistentes à herbicidas podem transferir-se espontaneamente para plantas silvestres com risco de torná-las superervas daninhas de difícil controle. Os “transgenes” também se transferem para variedades tradicionais ou convencionais da mesma espécie em campos vizinhos.

Sobe

8- Os transgênicos podem provocar o surgimento de superpragas

A natureza tende a reagir às modificações realizadas nas plantas por meio da transgênese. Já foi verificado, por exemplo, que culturas, como milho e algodão, em que foram introduzidos genes retirados da bactéria Bacillus thutingiensis (Bt), geraram resistência crescente em espécies de mariposas cujas lagartas passaram a atacar tanto estas culturas, quanto várias outras e, inclusive, algumas plantas silvestres. Este foi também o caso de uma variedade de batata, na qual foi incorporado um gene que lhe dava resistência ao fungo que provoca a “mela”. O fungo passou por uma mutação genética que lhe permitiu atacar as plantações do sul dos Estados Unidos, há alguns anos, com efeitos devastadores na produção.

Sobe

9- Os transgênicos podem provocar o surgimento de superpragas

Já está comprovado que os transgênicos podem matar outros insetos além daqueles previstos nas intenções dos engenheiros genéticos. Por outro lado, já se comprovou que a toxina Bt foi incorporada por insetos que as transferiram, por sua vez, a seus predadores. A eliminação destes insetos benéficos – prejudica seu papel no equilíbrio natural entre as espécies.

Sobe

10- Os trangênicos podem afetar a vida microbiana no solo

A toxina Bt (por exemplo) pode ser incorporada ao solo junto com resíduos de culturas, afetando invertebrados e/ou microorganismos que têm importante função na reciclagem de nutrientes para uso das plantas. Também o uso maciço de herbicidas nos campos cultivados com variedades em que se introduziu resistência a estes agrotóxicos, como é o caso da soja Roundup Ready, da empresa Monsanto, pode afetar a capacidade de multiplicação no solo das bactérias que retiram nitrogênio do ar e permitem a fertilização natural desta leguminosa.

Sobe

11- Os impactos dos transgênicos na natureza são irreversíveis

Alguns dos efeitos negativos e dos riscos citados já ocorrem na agricultura convencional mas, à diferença desta última, não é possível restabelecer equilíbrios ambientas no caso dos transgênicos. Pode-se cessar o uso de um agrotóxico, por exemplo, e restabelecer um equilíbrio entre insetos-praga e seus predadores após um certo tempo. No caso dos transgênicos, uma vez liberados na natureza não é possível desfazer os impactos nos ecossistemas ou controlar os processos de transgênese espontânea que porventura venham a ocorrer, porque é impossível retirar da natureza os genes que foram artificialmente introduzidos numa planta.

Sobe

12- Os transgênicos podem provocar queda na produção e/ou aumenta de seus custos

A mencionada possibilidade de destruição das bactérias fixadoras de nitro- gênio (BFN) pode representar ou a queda de produtividade por deficiência de um nutriente essencial ao crescimento das plantas ou o aumento dos custos de produção pela necessidade do uso de fertilizantes químicos nitrogenados para substituir o efeito destes microorganismos. É preciso lembrar que o uso de BFN representou na cultura da soja brasileira uma economia de 1,8 bilhão de dólares por ano em adubos químicos nitrogenados. Por outro lado, apesar da propaganda da Monsanto dizer o contrário, o uso de variedades transgênicas Roundup Ready vem apontando para um aumento do emprego de herbicidas. A própria empresa está solicitando aos organismos de controle sanitário vegetal dos Estados Unidos e da União Européia um aumento de 200% nos limites de tolerância dos resíduos de glifosato (o componente químico do herbicida da Monsanto, usado nas variedades transgênicas Roundup Ready) encontrados na soja colhida. Finalmente, o caso citado da batata no sul dos Estados Unidos implicou uma catastrófica queda de produção com prejuízos para os agricultores e aumento de preços para os consumidores.

Sobe

13- Niguém quer assumir a responsabilidade pelos riscos dos trangênicos

As multinacionais afirmam que não há riscos, mas se recusam a assumir a responsabilidade pelos eventuais efeitos negativos. Já as companhias americanas de seguros só aceitam assumir os riscos de curto prazo resultantes da introdução de plantas geneticamente modificadas no meio ambiente, mas avisam que não oferecerão cobertura de responsabilidade por danos ambientais catastróficos de médio e longo prazos. Estas empresas reconhecem a necessidade daquilo que as multinacionais dos transgênicos preferem ignorar: uma ciência de avaliação de riscos – uma ecologia preventiva.

Sobe

14- Umas poucas multinacionais monopolizariam a produção de sementes tornando-nos depedentes de seus interesses

Monsanto, Novartis, Pioncer e Agrevo respondem pela grande maioria das sementes de variedades transgênicas registradas no Brasil e estão entre as maiores do mundo. Se estas variedades vierem a substituir as tradicionais e as convencionalmente melhoradas estaremos subordinados aos interesses destas empresas. A Monsanto já detém o controle de 70% da produção de sementes das variedades comerciais de milho no Brasil e pode substituí-las por transgênicos a qualquer momento. Há ainda o risco dessas empresas adotarem de forma generalizada uma operação transgênica chamada Terminator. As variedades transgênicas com as características Terminator produzem sementes estéreis, impedindo que os agricultores produzam sementes próprias a partir das compradas. Este controle permitirá que as empresas não apenas ditem os preços que quiserem, mas ainda controlem a produção nacional em função de seus interesses econômicos internacionais, ignorando o interesse público.

Sobe

15- As variedades transgênicas não são mais produtivas do que as convencionais ou muitas das tradicionais

Pesquisas de universidades americanas indicam que não há ganhos de produtividade no uso de soja Roundup Ready em comparação com as convencionais. já as experiências da Rede Sementes, criada no Brasil pela iniciativa das ONGs da Rede PTA de agricultura alternativa, para recuperação e melhoramento de variedades tradicionais dos agricultores familiares, mostram que estas podem ser competitivas com os índices de produtividade de milhos híbridos e melhorados convencionalmente e, portanto, com as dos transgênicos.

Sobe

16- Os transgênicos podem aumentar o desemprego e a exclusão social no Brasil

Tal como já vem acontecendo com a substituição das variedades tradicionais por híbridos e por variedades melhoradas que exigem um maior volume de insumos industriais para alcançarem sua produtividade potencial, a entrada dos transgênicos tornará ainda mais vulnerável a já combalida agricultura familiar brasileira, pois esta não tem condições para acompanhar o custo deste tipo de produção. Pelo menos 3,5 milhões de famílias estão ameaçadas de perder sua condição de produtores e de se tornarem desempregados urbanos, ou sem terra, ampliando a pobreza e a exclusão social no país.

Sobe

17- Os transgênicos representam um risco para a segurança alimentar dos brasileiros

Tanto os riscos para a saúde, quanto aqueles que afetam a produção ou o custo dos alimentos e as ameaças aos agricultores familiares, sem falar na dependência aos interesses das empresas produtoras de transgênicos, têm incidência na segurança alimentar dos brasileiros. Entre outros fatores, podemos imaginar um cenário em que o uso dos transgênicos provoque desequilíbrios ambientais graves com conseqüentes quedas de produção de alimentos, dependência de importações, aumento de custos ao consumidor etc.

Sobe

18- No Brasil não existe conhecimento científico sobre os impactos do uso de transgênicos no meio ambiente e na saúde

Os estudos de impactos potenciais realizados pelas empresas multinacionais no meio ambiente de seus países de origem estão sendo contestados por inúmeros cientistas. A Associação Médica Britânica, por exemplo, pediu uma moratória por tempo indeterminado do plantio comercial de plantas alimentícias transgênicas, enquanto a Comissão Européia anunciou a suspensão do licenciamento de plantas geneticamente modificadas. No Brasil não existem sequer critérios de avaliação nem procedimentos científicos para testá-las em nossa realidade. Numa flagrante violação da Constituição, o decreto que criou a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) prevê a dispensa da realização do estudo prévio de impacto ambientar para a liberação dos transgênicos. A CTNBiO vem autorizando testes de campo aqui no Brasil, com base nos estudos feitos pelas próprias empresas multinacionais em seus países de origem.

Sobe

19- Existem outras alternativas mais eficientes do que os transgênicos e sem os riscos que estes implicam

Além de afirmarem que os transgênicos são inócuos para a saúde e para o meio ambiente, as multinacionais propalam que estes produtos são a única saída para alimentar o mundo no futuro. Esta afirmação é totalmente desprovida de fundamento. Pesquisas realizadas por centros internacionais de pesquisa agrícola, por universidades do Primeiro Mundo e por ONGs do Norte como do Sul, reunidas em seminário na sede da Fundação Rockfeucr, na Itália em abril de 1999, constataram que um outro padrão tecnológico de desenvolvimento agrícola, conhecido como agroecologia, tem obtido resultados surpreendentes. Aumentos de produtividade da ordem de 100 a 300% vêm sendo registrados em várias culturas, com custos mais baixos do que os dos sistemas convencionais ou transgênicos e sem o uso de agrotóxicos ou fertilizantes químicos ou sementes híbridas ou transgênicas. No Brasil, pesquisas da Embrapa, de empresas estaduais de pesquisa e de ONGs apontam para resultados promissores nas condições adversas em que trabalham os agricultores familiares. A agroecologia não só oferece produtos mais saudáveis e nutritivos, mas também não polui o meio ambiente, preservando os recursos naturais e sendo claramente mais sustentável do que os sistemas convencionais ou transgênicos.

Produzido, Atualizado pela Assessoria de comunição do ESPLAR e por TEIA DIGITAL

 

Posted in Noticias | Comentários Desligados

Transgênicos matam mais e causam até três vezes mais câncer em ratos, diz estudo

Ratos alimentados com alimentos transgênicos morrem antes do previsto e sofrem de câncer com mais frequência do que os outros animais da espécie, destaca um estudo publicado nesta quarta-feira (19) pela revista Food and Chemical Toxicology.

“Os resultados são alarmantes. Observamos, por exemplo, uma mortalidade duas ou três vezes maior entre as fêmeas tratadas com organismos geneticamente modificados [OGM]. Há entre duas e três vezes mais tumores nos ratos tratados dos dois sexos”, explicou Gilles-Eric Seralini, coordenador do estudo e professor da Universidade de Caen, na França.

Ampliar

Imagens do mês (setembro/2012)44 fotos

27 / 44

Cientistas comparam tumores que apareceram em ratos que comeram milho geneticamente modificado por dois anos. Segundo estudo divulgado nesta quarta-feira (19), a mortalidade das fêmeas que receberam esse tipo de alimento é duas ou três vezes maior em comparação com as que comeram alimentos não alterados geneticamente. As chances de tumor nos ratos que consumiram milho transgênico também foram até três vezes maiores comparado aos demais animais da espécieCriigen/AFP

Para fazer a pesquisa de dois anos, 200 ratos foram divididos em grupos e alimentados de maneiras diferentes. Eles seguiram proporções equivalentes ao regime alimentar nos Estados Unidos. O primeiro grupo teve 11% de sua dieta composta pelo milho OGM NK603; o segundo comeu também 11% do milho OGM NK603 tratado com Roundup, o herbicida mais usado no mundo; e o terceiro foi alimentado com milho não alterado geneticamente, mas tomava água com doses de Roundup usadas nas plantações.

O milho transgênico (NK603) e o herbicida são produtos do grupo americano Monsanto, comercializados em vários países. No Brasil, amostras foram aprovadas em setembro de 2008 pela CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia e, no começo de 2009, o Ministério da Agricultura aprovou o registro de doze híbridos de milho com a tecnologia Roundup. O certificado de biossegurança foi aprovado pela comissão em novembro de 2010.

Segundo o estudo francês, 50% dos machos e 70% das fêmeas dos três grupos morreram prematuramente, contra 30% e 20%, respectivamente, do grupo de controle. Os tumores na pele e nos rins aparecem até 600 dias antes nos machos do que no grupo de controle. No caso das fêmeas, os tumores nas glândulas mamárias aparecem uma média de 94 dias antes naquelas alimentadas com transgênicos. A hipófise foi o segundo órgão que mais sofreu alterações prejudiciais no período de testes – é ela quem produz hormônios importantes para o organismo, o que a torna a glândula principal do sistema nervoso.

“Os resultados revelam uma mortalidade muito mais rápida e importante durante o consumo dos produtos”, afirmou Seralini, cientista que integra comissões oficiais sobre os alimentos transgênicos em diversos países. “O primeiro rato macho alimentado com OGM morreu um ano antes do rato indicador (que não se alimenta com OGM). A primeira fêmea oito meses antes. No 17º mês foram observados cinco vezes mais machos mortos alimentados com milho OGM”, explica o cientista.

“Pela primeira vez no mundo, um transgênico e um pesticida foram estudados por seu impacto na saúde a mais longo prazo do que haviam feito até agora as agências de saúde, os governos e as indústrias”, disse o coordenador do estudo.

Séralini faz parte de um grupo, o Criigen, que faz uma série de pesquisa sobre segurança de alimentos. Em dezembro de 2009, ele publicou um estudo com ratos alimentados com os três principais tipos de milhos transgênicos, tanto administrados em rações de animais quanto vendidos para humanos. As amostras dos milhos NK603, MON810, MON863, da Monsanto, causaram danos sérios nos rins e nos fígados das cobaias, além de outros efeitos notados no coração, em glândulas supra-renais e no baço. (Com informações de agências internacionais)

 

Fonte notícias UOL

Posted in Noticias | Comentários Desligados

Interessados em participar da 16ª Copa Centenário Wadson Lima de Futebol Amador já podem se inscrever

Já estão disponíveis no site da Prefeitura de Belo Horizonte (www.pbh.gov.br) as fichas de inscrição para a 16ª edição da Copa Centenário de Futebol Amador Wadson Lima. Os interessados também podem se inscrever na Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (avenida Afonso Pena, 550, 11° andar) e obter informações por meio do telefone 3277-1926. A Copa Centenário 2013 começa no dia 4 de agosto.

O prazo para as inscrições das equipes nos módulos A, B, C, Infantil, Juvenil e Feminino vai até o dia 28 de junho. A recomendação é que o representante legal da agremiação preencha duas vias do formulário no computador, imprima e as entregue na Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Smel).

As inscrições dos jogadores serão realizadas no mês de julho, de acordo com cada categoria: Infantil (entre os dias 1º e 5), Módulos A, B e C (dias 8 a 12) e Feminina e Juvenil (dias 15 a 19). Os atletas menores de 18 anos precisam da autorização dos pais para disputar a competição. A ficha de autorização também já está disponível no site da PBH.

Criada em 1998, na sequência das comemorações do centenário de BH, a Copa Centenário de Futebol Amador Wadson Lima é organizada pela Smel, em parceria com o Departamento de Futebol Amador da Federação Mineira de Futebol (DFA).

Posted in Noticias | Comentários Desligados

Abertas inscrições para cursos gratuitos oferecidos pelo Plug Minas

O Plug Minas – Centro de Formação e Experimentação Digital abriu nesta segunda-feira, dia 20, o processo seletivo para interessados em realizar os cursos dos núcleos Inove – Jogos Digitais e Laboratório de Culturas do Mundo a partir do segundo semestre deste ano.  As aulas começam no dia 5 de agosto, todas as atividades são gratuitas e o estudante ainda recebe alimentação, uniforme, material didático e vale-transporte, caso seja necessário. Os interessados devem se inscrever através do site do Plug Minas (www.plugminas.mg.gov.br) até o dia 20 de junho.

 No núcleo Inove – Jogos Digitais, os estudantes aprendem a aplicar as tecnologias da computação na criação de jogos digitais para entretenimento, treinamento profissional, publicidade e web. Segundo a coordenadora do núcleo, Michelle Nery, ao final da formação o jovem terá adquirido conhecimentos e habilidades em tecnologia de jogos digitais bidimensionais, além de ter condições de atuar em áreas como Game Design, Programação e Arte 2D. “Todos os alunos que se formam se tornam capazes de construir jogos e trabalhar na área de programação básica para computadores”, conta. São 257 vagas abertas para aulas à tarde, das 13h45 às 17h45. Para participar é preciso ter entre 14 e 24 anos e ter concluído o primeiro ano do ensino médio até o fim do ano letivo de 2012. O curso tem carga horária de 360 horas/aula e duração de cinco meses.

Já no núcleo Laboratório de Culturas do Mundo, os estudantes aprendem línguas estrangeiras. De acordo com a coordenadora do núcleo, Cristiane Tinoco, o domínio de uma língua estrangeira é muito importante para conquistar uma boa colocação no mercado de trabalho. “A aprendizagem do idioma acontece de forma natural e contextualizada, por meio das aulas presenciais e em ambientes virtuais, além de atividades externas, com visitas a pontos turísticos”, disse. Ela comenta que os estudantes terão aulas de Atendimento, fornecidas pelo Senac, focadas para a orientação de turistas durante a Copa do Mundo. Para este processo seletivo, serão dez vagas abertas para o idioma Espanhol. Para se candidatar é preciso ter entre 17 e 24 anos e acesso à internet. Os classificados estudarão à noite, uma vez por semana. São 120 horas/aula presenciais e 120 horas/aula on-line.

Posted in Noticias | Comentários Desligados

Vila Ventosa ganha nova praça e tem vias urbanizadas

Moradores das ruas José Fernandes de Araújo e Xapuri, que ficam na Vila Ventosa, na região Oeste de Belo Horizonte, estão satisfeitos com a construção de uma praça na confluência das duas vias. Antes da urbanização, realizada pela Companhia Urbanizadora e de Habitação de Belo Horizonte (Urbel), o local era totalmente intransitável e cheio de mato, além passar uma sensação de insegurança à população. “Ficou bom demais, mudou a cara do lugar e os vizinhos estão gostando muito”, comemora dona Lila Machado Pereira, líder comunitária residente na comunidade há cerca de 40 anos.

Segundo o operário encarregado da construtora que fez a intervenção, José Carlos de Souza, o lugar era bastante precário. “Não tinha rua, era um buraco feio demais e nem pedestre passava”, assinala. Agora, as ruas Xapuri e José Fernandes de Araújo estão urbanizadas, permitindo o trânsito de veículos e as residências estão servidas por rede de esgoto oficial. “Todos que passam por aqui estão adorando”, disse.

Enquanto observa a pracinha, com uma sacola de compras na mão, Francisca de Jesus, de 73 anos, que mora na Ventosa desde 1970, também não poupa elogios. “Ficou uma beleza. Antes aqui era um buracão muito perigoso onde todos tinham medo de passar. Os trabalhadores também foram muito caprichosos e cuidadosos com o serviço”, comentou. As melhorias foram conquistadas pela população por meio do Orçamento Participativo.

Posted in Noticias | Comentários Desligados